Hey my little polka dots!
Awn, achei tão fofinho isso, inventei agora. Tudo bem? Sem muitas coisas para falar hoje, pensei que já teria as novidades mais aprontadas quando fosse mandar a nova crítica, mas não foi dessa vez. Deixamos para uma próxima. -quem sabe?- Saudades daqui, saudades da Dy, com uma vontade louca de ler mais fanfics. Por falar em fics, devo dizer que fico feliz de ver a quantidade de pedidos vindos para críticas, isso me deixa mais animada. O pedido de hoje é importante pra mim. Espero que aproveitem tanto quanto eu, dessa história incrível.
Mais uma vez estou eu aqui fazendo a crítica de uma fic da Rapha. Uma fic que me deixou literalmente de queixo caído. É uma história complexa e simples ao mesmo tempo. Confuso? Um pouco, mas apenas com a leitura vocês vão compreender quando eu digo que a história é de tudo um pouco. Com uma escrita impecável e direta, um coloquial quase formal, me deixou encantada com a apresentação, mostrando o quanto a Rapha domina sua escrita. Em certos momentos tive a ligeira sensação de estar lendo sobre ela, como se ela fizesse parte da história realmente. Ela tem a facilidade de fazer o errado virar certo, de o vilão ser o bonzinho da narrativa.
Como ela mesma citou; a escrita se confunde com a fala e acabamos usando nossa forma de escrever para nos expressarmos. Adorei a construção dos personagens, é possível encontra um pouco da principal, da Alicia e da Rachel em todas nós mulheres. O plot foi muito bem desenvolvido, tudo tão envolvente que não acreditei quando cheguei ao fim, o tempo passou tão rápido que foi como se a barra de rolagem fosse ínfima.
Me vi apaixonada pela fanfic, como sempre por tudo que a Rapha escreve. Cada palavra parecia certa, cada música se encaixava ao momento, cada cena formada e descrita com simplicidade. Apesar da cena da boate, tenho que assumir eu amei ler essa estória. Toda, do início ao fim. Me abriu a mente para tudo. Me mostrou que a vida deve ser vivida, e que estamos todos aqui para isso. Passei muito tempo da minha própria vida como a principal, e essa história me deu mais vontade ainda de desbravar o mundo, encontra um parceiro que "não precisa ser prefeito, só precisa ser ele". Essa fic me deu vontade de viver.
Os concertos a serem feitos são míseros:
Awn, achei tão fofinho isso, inventei agora. Tudo bem? Sem muitas coisas para falar hoje, pensei que já teria as novidades mais aprontadas quando fosse mandar a nova crítica, mas não foi dessa vez. Deixamos para uma próxima. -quem sabe?- Saudades daqui, saudades da Dy, com uma vontade louca de ler mais fanfics. Por falar em fics, devo dizer que fico feliz de ver a quantidade de pedidos vindos para críticas, isso me deixa mais animada. O pedido de hoje é importante pra mim. Espero que aproveitem tanto quanto eu, dessa história incrível.
Mais uma vez estou eu aqui fazendo a crítica de uma fic da Rapha. Uma fic que me deixou literalmente de queixo caído. É uma história complexa e simples ao mesmo tempo. Confuso? Um pouco, mas apenas com a leitura vocês vão compreender quando eu digo que a história é de tudo um pouco. Com uma escrita impecável e direta, um coloquial quase formal, me deixou encantada com a apresentação, mostrando o quanto a Rapha domina sua escrita. Em certos momentos tive a ligeira sensação de estar lendo sobre ela, como se ela fizesse parte da história realmente. Ela tem a facilidade de fazer o errado virar certo, de o vilão ser o bonzinho da narrativa.
Como ela mesma citou; a escrita se confunde com a fala e acabamos usando nossa forma de escrever para nos expressarmos. Adorei a construção dos personagens, é possível encontra um pouco da principal, da Alicia e da Rachel em todas nós mulheres. O plot foi muito bem desenvolvido, tudo tão envolvente que não acreditei quando cheguei ao fim, o tempo passou tão rápido que foi como se a barra de rolagem fosse ínfima.
Me vi apaixonada pela fanfic, como sempre por tudo que a Rapha escreve. Cada palavra parecia certa, cada música se encaixava ao momento, cada cena formada e descrita com simplicidade. Apesar da cena da boate, tenho que assumir eu amei ler essa estória. Toda, do início ao fim. Me abriu a mente para tudo. Me mostrou que a vida deve ser vivida, e que estamos todos aqui para isso. Passei muito tempo da minha própria vida como a principal, e essa história me deu mais vontade ainda de desbravar o mundo, encontra um parceiro que "não precisa ser prefeito, só precisa ser ele". Essa fic me deu vontade de viver.
Os concertos a serem feitos são míseros:
-Ortografia, palavras com letras faltando. Isso é problema de digitação, só pedir a beta que conserte.
-Vocabulário, alguns verbos estão conjugados em tempos e pessoas diferentes do geral da frase.
-Algumas palavras estão escritas repetidas, fora de ordem ou faltando. Isso se deve a correria na hora de escrever. Apenas precisa reforçar sua beta. Isso é normal, eu mesma já cometi muitos erros em críticas. Erros bem escrotos. É só ler antes de enviar.
-O final me pareceu meio corrido. Um pouco mais de calma na hora. Acho que merece uma continuação. (hehehe)
Amei as músicas, a
primeira é uma das minhas favoritas, tenho até uma fic com esse nome. Só pra
deixar claro, amei sua trilha sonora, Rapha!
Tem muita filosofia na história, não filosofia da chata, mas da que nos ensina brincando, que nos toca sem perceber. Fico muito orgulhosa da Rapha por ver uma história linda como essa escrita.
Tem muita filosofia na história, não filosofia da chata, mas da que nos ensina brincando, que nos toca sem perceber. Fico muito orgulhosa da Rapha por ver uma história linda como essa escrita.
















